10 de novembro de 2012

adamastor


no imenso
salíneo,

meu gesto
modesto:

atravessar sem nau
as Gamas deste Símbolo,

sem Grupo ou objetivo
que não fosse lírico:

me serrar quieta no sal
de conchas infinitas...

lutar pelo que destrói,
havendo deveras sentido

buscar ser herói,
sendo apenas vencido

Um comentário:

Erik Fabian disse...

Olá Vanessa!

Gostei muito dos seus versos. Eu AMO mulheres que gostam de poesia, e que, como se não bastasse, compõem também... Eu me identifico muito com essa sua ideia de ter uma espécie de válvula de escape social, um refúgio. Tanto é que eu também fiz isso no meu blog. Se for conveniente pra vc, peço que dê uma olhada também sempre que puder, mas sem deixar de ver a ideia central do blog, que é a fundação da Sociedade dos Jovens Pensadores.

Eis o endereço:
www.sociedadejf.blogspot.com.br

Vou passar a acompanhar o seu blog agora. Pena que vc não faz muitas postagens... :(

Mas, enfim, deixo aqui um grande abraço, e que a paz esteja com vc!!